Tenha uma visão otimista

Qual seu objetivo de vida?

Aliás...

Qual é o sentido da vida como um todo?

Não, não quero que você me dê a resposta para essa pergunta. Afinal, não acho que seja possível você me responder em pouco tempo o que diversas religiões e várias correntes filosóficas e morais não conseguiram responder em séculos de muita reflexão. Já escutei muitas pessoas falarem que o sentido da vida é "buscar a felicidade" ou algo parecido, o que é uma hipótese bastante convincente se vista de uma forma superficial. Mas, se analisarmos bem, qual seria a definição de Felicidade?

Acho que não é possível encontrar um significado objetivo para esse sentimento, prova disso são os inúmeros textos, poemas e frases sobre a Felicidade. Acontece que todos esses pensamentos são concepções pessoais e subjetivas, ou seja, não existe a verdade absoluta, nem mesmo aquela mais aceita por todos. Se você quer mesmo definí-la, deve refletir por si mesmo, encontrar sua própia verdade, aquela que vale para você.

Para mim, a vida não se resume a buscar a felicidade, afinal, é muito fácil ser feliz. Gosto muito da seguinte frase:

"Ninguém tem a felicidade garantida. A vida simplesmente dá a cada pessoa tempo e espaço. Depende de você enchê-los de alegria." (S. Brown)

Acho que ela ilustra bem o que eu quero expressar. A minha opinião é que todos nós podemos ser felizes, independente de qualquer dificuldade, a Felicidade é algo que está dentro de nós, e não fora. Se você acha que dinheiro traz felicidade, que ser atraente te dá mais chances de ser feliz, que pessoas deficientes tem mais dificuldades para encontrar a Felicidade, pense de novo.

Muitas pessoas são tristes porque dependem de elementos exteriores para sentir alegria, prazer, paz e amor, e quanto perdem esses elementos, perdem essas sensações. Mas eu vejo a Felicidade como uma chama dentro de nós, que precisa ser acendida, e depis precisa de combustível para se manter forte. Esse combustível seriam os bons pensamentos, o otimismo, uma visão positiva sobre tudo, afinal a tristeza é uma opção, só fica triste quem quer, quem se deixa levar pelos maus sentimentos

É tudo uma questão de como você vê o
mundo. A beleza está nos olhos de quem vê, logo qualquer coisa pode ser vista de forma positiva (ou o menos negativa possível). Vamos dar um exemplo para ilustrar melhor: Imagine um rapaz que levou um fora de uma garota. É uma situação que pode ser uma experiência boa ou ruim, dependendo de como se vê, um rapaz inseguro pode pensar: "Ela me rejeitou porque eu não presto, não tenho o que é preciso para conquistá-la." enquanto alguém confiante pensaria: "Ela não me quis? Quem se importa? Ela tem mal-gosto!" e poderia sair feliz de uma situação aparentemente ruim.

Eu poderia citar vários exemplos como esse, porém não quero que esse texto fique cansativo, então, se você concorda comigo, espero que consiga acender e manter sua chama interior, que consiga iluminar cada lacuna escura de sua alma. E, se não concorda comigo, desejo-lhe sorte não só na busca pelo significado da Felicidade, mas também na sua procura.

Saudade, a mais forte das emoções.

Saudações leitores e leitoras! (alguém ainda lê isso?¬¬) Estou de volta ao blog, saindo das melhores férias da minha vida, até agora (ainda quero ter férias muito melhores =3). Sim, prometi relatar à vocês o que eu fiz esses meses, não sei por que vocês querem saber da minha vida, mas... Aí vai.

Vocês (tirando o pessoal da imersão) talvez estejam se perguntando o motivo para este que vos fala ter escolhido esse frase como título. Pois bem, em janeiro eu fiz a melhor viagem da minha vida, acho que nunca passei por tantos bons momentos quanto os que vivenciei nessa excursão.

Lembro da minha mãe me oferecendo para participar de uma tal "Imersão System 2010". 90 adolescentes passando 25 dias na Flórida, com curso semi-intensivo de inglês e passeio nos maiores parques de Orlando. Ela me perguntou: "Você quer fazer?" ao ponto que eu respondi:
"Óooobvio!!".

Ela não podia ter me dado presente de aniversário melhor, me mandar, com a ajuda do meu pai, da minha avó e do meu padrasto, para os EUA. Eu posso destacar inúmeras coisas ótimas que eu pude fazer nessa viagem, como realizar meu sonho de conhecer New York, perder meu medo de montanhas-russas (que me fazia alvo de piadas do meu irmão e do meu tio) , melhorar meu inglês, e tantas outras experiências...

Mas o que eu vou guardar e lembrar para sempre não são as fotos, a adrenalina das montanhas-russas do Bush Gardens ou o gosto dos waffles que eu comia no café da manhã. O que eu não irei esquecer são as pessoas maravilhosas que eu conheci, pessoas que em menos de 1 mês se tornaram grandes amigos, amigos daqueles que se conta no dedo, mas agora eu tenho aos montes. Conheci pessoas que, se não fossem meus amigos de São Luís e a minha família, fariam eu me mudar, sair para sempre da minha cidade só para poder vê-los novamente, as pessoas mais divertidas e interessantes que eu já conheci.

Mas infelizmente nós tínhamos que voltar ao Brasil, tínhamos que voltar aos nossos estados. A maioria foi para Alagoas, alguns para Recife, outras para Piracicaba, enquanto eu, a Izabela e o Pedro (que graças à Deus moram em São Luís) voltamos para o Maranhão.

Acabei descobrindo da pior maneira que a saudade é a mais forte de todas as emoções, é um sentimento estranho, que às vezes nos faz rir e noutras chorar. É um vazio que se sente no peito, que tira nossa vontade de olhar para frente e seguir com nossas vidas, nos faz querer viver das lembranças de um passado que não vai mais voltar, por um momento nos sentimos vazios, como se nada mais tivesse sentido. Mas no final, a saudade se torna nada mais do que a prova de que o passado valeu a pena, e nos motiva a buscar mais, nos motiva à conhecer mais pessoas interessantes, aprender mais, nos divertir, aproveitar a vida e procurar mais experiências inesquecíveis, ou seja, nos faz evoluir pessoalmente.

E eu confesso que nunca senti tanta saudade em toda a minha vida quanto sinto agora, saudade de todos os bons momentos que passei com aquela gente, saudade das palhaçadas que fazíamos, das conversas, do carinho, de toda aquela alegria, das festas... Uma saudade tão forte que faz parecer que tudo aconteceu há muito tempo, como se eu fosse um adulto lembrando-se dos acontecimentos da minha infância, um pai se lembrando do filho, antes dele sair de casa e viver por conta própia, como se nunca mais fosse vê-los novamente. Nunca me emocionei tanto quanto me emocionei no dia da despedida, pois sabia que demoraria para viver momentos tão intensos quanto os que vivi nessa viagem, e pior ainda, que com certeza nunca irei conhecer pessoas tão especias, divertidas e calorosas quanto as pessoas que eu conheci nas minhas últimas férias.É como o Ronald, um garoto da imersão, falou, "Essa é uma experiência que vocês irão contar para os seus filhos, netos, e se a saúde permitir, bisnetos."


Hoje eu já me sinto uma pessoa melhor, essa experiência me motivou a aproveitar ainda mais a vida, valorizar os verdadeiros laços de amizade, me fez evoluir e amadurecer, e me deu mais uma frase para refletir, dita pela Malú: "Não chore porque acabou, sorria porque aconteceu." para sempre que sentir saudade do que passou, poder sorrir, e sempre buscar cada vez mais


Abraços e até a próxima (tenho que postar o resto das fotos) =P


Lucas Goulart

Eaw manos Vida Loka!!\m/

[OFF]AVISO: Minha mãe mandou eu moderar com os palavrões, evidentes no post anterior, afirmando que eles fariam com que o blog perdesse a eloquência e elegância de antes, e me deixou de castigo sem poder assistir As Meninas Superpoderosas durante duas semanas, portanto, reduzirei o número de palavras e expressões de baixo calão que serão utilizadas no meu blog. [OFF]

Bem, onde eu estava? Ah é! Caham...

Meus amigos e amigas, irmãs e irmãos, senhoras e senhores, ladies and gentlemen, minas e manos...

Acho que todos vocês já se depararam com o crescimento de uma nova legião de jovens e adolescentes, se você se cansou dos metaleiros, pagodeiros, playboys, emos, góticos, surfistas, otakus, clubbers, nerds, skatistas, patricinhas, hippies, axezeiros e outras tribos urbanas, prepare-se para encarar a mais nova modinha infanto adolescente: os Playssons.

Mais lek, ukié hum playsson?

Você, você é um playsson, caro senhor. Para identificar um playsson, verifique se o indivíduo usa óculos escuros na balada à noite, tem uma corrente de pseudo-prata que ocupe mais de 2/3 do seu corpo, usa boné até para tomar banho, chama seus amigos de "lek", usa o termo "naite" em suas conversas no msn e tem um carro cujo sistema de som é mais caro que o própio veículo. Se o infeliz possuir pelo menos 4 das características anteriormente descritas, pode tacar pedra porque não é crime. (se você for de menor e possuir um bom advogado, é claro)

A pior coisa é o carro sonzeira 666 frõ réu que muitos playssons e praticamente a totalidade dos playboys ostenta.

Sonzera iraaaaaaada!

Imagine-se conversando calmamente com seus amigos sobre a importância do pré-sal para o desenvolvimento socioeconômico brasileiro (ou outro assunto mais... trivial) quando aparece um automóvel tunado, tocando algum gênero musical que faça apologia ao sexo ou ao consumo de drogas no último volume, de forma que o veículo esteja pulando com as batidas. Não dá, né?

Pois é, eis a minha humilde opinião, infelizmente ela não ajudará muito na batalha contra o playsson lifestyle, e provavelmente veremos nossa vida ser tomada pela sua filosofia e começaremos a utilizar "strondar" e "lek" em nosso vocabulário habitual. Bem, se não se pode vencê-los...

Junte-se à eles!



Playsson Lifestyle lek!! Vamo strondar geral!!

Uma vez Gamer, sempre Gamer


Pois é, não importa o quanto eu me esforce, o amor pelos videogames está em minhas veias. Pode parecer um tanto quanto nerd, mas os jogos eletrônicos marcaram minha vida!

Lembro quando ganhei um Dreamcast (acho que era esse) de Natal quando era criança, aquele videogame me iniciou no maravilhoso mundo dos games, lembro das tardes jogando Sonic com meus amigos... Até hoje aquela musiquinha do Green Hill Zone me faz lembrar do doce sabor dos meus 5-6 aninhos, ai ai...*-*


Pois é, viadagens à parte, meu segundo console foi nada mais nada menos do que o ilustríssimo Nintendo 64, o melhor console de todos os tempos! \o (PS2 de cú é rola). Esse eu ganhei depois de muito IMPLORAR para a minha querida mamãezinha, depois de ver um comercial de um jogo de pokemon na TV. Não sei por quantos anos eu mantive esse console, mas as lembranças da minha infância depois de me mudar se resumem às maratonas de Mario Kart, Super Mario 64 e Mario Party (sabe o Mário?).

Após incontáveis horas jogando meu lindo e maravilhoso N64, eu ganhei meu primeiro computador, com direito à Windows 95 e tudo mais. E, quando não gastava meu precioso tempo desenhando aberrações humanas no paint, eu mergulhava em mais um vício: Warcraft III. A partir daí, foram vícios e mais vícios em diferentes jogos, tais como Diablo, Zelda, Super Smash Bros (melhor jogo de luta ever), Halo 3...

Até que eu me deparo com a maior droga alucinogênica gamerística fazedora de nerds virgens do mundo: World of Warcraft.

Tenha medo, tenha muito medo...

Acho que nenhum fucking usuário de maconha, crack, cocaína, heroína, solventes, metanfetaminas, ácido, lança-perfume (acho que vocês me entenderam...) deve ter experimentado uma dependência tão grande quanto aquela pela qual passam os jogadores desse maldito, porém louvável, MMORPG. Eu perdi NOVE meses da minha vida nessa merda!! (tá bom, nem foi tanto assim...) O pior é quando o indivíduo chega nos níveis mais altos, aí meu amigo... Game Over.

Mas pelo incrível que pareça, hoje eu superei meu vício em videogames \o, e hoje levo uma vida tranquila, apesar de sofrer algumas eventuais recaídas e me render a tentação ao ver um lindo, maravilhoso e perfeito console...*-*(tá, parei...=X) como ocorreu ontem ao jogar Street Fighter 4 na casa de Augusto. Taí um jogo que, por mais que eu treine, leia o manualzinho de instruções que vem na caixinha do jogo e implore por misericórdia para o meu inimigo, eu não consigo ganhar...¬¬

Malditos Shouriukens >.<

Bem, pra quem aguentou ler esse post todo...

Abraços!!=D

Prometo escrever algo melhor na próxima...

Curta, mas com moderação

Vestibular isso, vestibular aquilo...CHEGA!! Eu já cansei de toda essa pressão nos alunos de ensino médio sobre o vestibular. Eu como estudante de 1º ano (passando para o segundo \o) sei muito bem como é isso, e sei como isso pode ser estressante... Estou cansado de ouvir dos meus professores, de pessoas mais velhas, pais e avós que eu preciso já começar a estudar e a escolher minha carreira. Isso está errado? Não, não está.

O problema reside no fato que algumas pessoas querem que os jovens passem a estudar, estudar, estudar mais ainda e, quando já estiverem cansados, estudarem só mais um pouquinho, dizendo que só assim eles poderão garantir uma boa carreira e um bom futuro. Isso acaba gerando u
ma enorme ruptura nos valores de um jovem, que antes só precisava curtir a vida, mas agora encontra grandes responsabilidades.

Isso acaba criando grupos distintos entre os estudantes de ensino médio: Aqueles
já se comprometeram com a tarefa de estudar e passar no vestibular, que já se consideram "bem grandinhos" e que procuram ser profissionais ricos e bem-sucedidos no futuro (os populares CDFs). Por outro lado existe aquele grupo dos "vagais", que parecem que ainda não acordaram para o fato que não são mais crianças, e passam os três anos que compõem o ensino médio indo para festas,
namorando/ficando e se divertindo, negligênciando os estudos e o planejamento profissional, e que foram popularizados por filmes e séries americanas como "os populares".

Não estou aqui sodomizando o ato de se divertir, muito menos incentivando as pessoas à se matarem de estudar. Até porque quando estivermos em nosso leito de morte, não iremos pensar nos nossos salários ou em nosso patrimônio, e sim no quanto curtimos a vida e nas relações que construímos.

Portanto quero incentivar vocês (não só estudantes de ensino médio, mas todo aquele que deseja evoluir pessoalmente) a fazerem parte de um terceiro grupo: Ao qual pertencem aqueles que curtem o momento e aproveitam as oportunidades, mas não perdem tempo com coisas IMBECIS que não adicionarão nada às suas vidas como álcool, drogas, brigas, protelações e validações de Ego, e aproveitam esse tempo para estudar, afinal, vai ser difícil curtir a vida sem nenhum centavo no bolso.

Abraços, daquele que vos admira

Lucas Goulart